Simplesmente Gui lança novo álbum com grandes participações
GUI, em sua trajetória rumo ao sucesso, vem realizando um trabalho árduo e contínuo que envolve incontáveis compromissos e que, desde o lançamento do seu CD “SIMPLESMENTE GUI”, tem feito com que ele esteja em diversos locais, contagiando a todos com sua simpatia e seu jeito carinhoso de ser.
Em seus shows GUI interage com o público e consegue levar uma mensagem simples e romântica que agrada a todos os gostos. Saiba mais sobre o trabalho do artista na entrevista abaixo:
BDG: Quando o interesse pela música surgiu em sua vida?
Gui: Desde pequeno sempre fui apaixonado pela música em sua essência, aos treze anos ganhei minha primeira guitarra e montei uma banda de pop, no inicio som era terrível (Risos), mas com o passar do tempo nos aprimorando, mas o samba veio só depois, por influência de minha mãe, ela escutava os discos de vinil dela nas alturas e eu fui me apaixonando pelo swing, pela batida e tudo mais e estou aí até hoje, na eterna luta por um lugar ao sol.
BDG: Seu pai, Nivaldo da Viola, teve influência, de certa forma, para que você se tornasse um músico profissional?
Gui: Não só influência, mas apoio total,
BDG: Já integrou alguma banda ou grupo? Como surgiu a idéia da carreira solo?
Gui: Sim, muitos grupos, uns como musico e outros como vocalista. A idéia da carreira solo surgiu pelos mesmos motivos pelo qual eu abandonei esses grupos do qual fiz parte, motivos esses, A falta de compromisso, irresponsabilidade, falta de fraternidade, ambição excessiva, e principalmente falte de amor verdadeiro pela musica.
BDG: O primeiro cd nasce em parceria com a produtora Sinal Audiotec. Qual a sensação de ter o cd em mãos? Deixando de lado a questão financeira, quais foram as dificuldades encontradas para que esse dia chegasse?
Gui: São varias sensações, mais as principais são a de dever cumprido e a de inicio de uma nova vida, de uma nova estrada. Falta de apoio das pessoas em geral (Menos dos meus pais, esses sempre me apoiaram incondicionalmente) o preconceito quanto à profissão de MUSICO, a falta de infra-estrutura e organização quantos aos órgãos relacionados aos músicos.
BDG: Ainda vale a pena lançar um álbum físico quando está tão difícil vender cd´s? Acredita que o meio de sobrevivência dos músicos hoje em dia é mesmo fazer shows?
Gui: Sim, pois um cd gravado é a representação física de que você ainda acredita na musica, no mercado, e que ainda não desistiu de tentar mudar alguma coisa, você ainda faz a sua parte. Sim, pois em relação a venda de CD a pirataria é uma adversária desleal, e uma das maneiras ou a maneira do artista sobreviver são os shows.
BDG: Em relação aos artistas independentes, qual a vantagem de contar com uma empresa produtora musical?
Gui: Além da vantagem financeira, vem à questão de organização e direcionamento da carreira propriamente dita, ela faz o direcionamento do ARTISTA na MIDIA.
BDG: Em sua opinião, é mais fácil lutar por "um lugar ao sol" tocando pagode ao invés de rock, por exemplo?
Gui: Eu não vejo dessa forma, eu vejo sim, se você fizer a sua musica com amor, dedicação e com o fundo do coração, e acreditar em você, seja qual for a circunstância, não importa se você toca Rock, Forró, Axé, pagode ou etc. você vai conseguir um lugar ao sol demore o tempo que for, basta lutar e acreditar sempre.
BDG: Em tempos de reformulação da indústria fonográfica, como você vê o papel de sites como o BDG, na divulgação de artistas independentes?
Gui: A mídia digital hoje em dia em exerce um papel muito forte, se não dizer que serve de referência e fonte de informação para outros tipos de mídia, a internet já é a segunda mídia de massa no Brasil, alem de dar oportunidade para todos, sem exceções ou discriminações.
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Por: Bruno Collaço
bruno.collaco@bandasdegaragem.com.br